Semiotécnica do exame físico do abdome
 
   - Inspeção
   - Ausculta
   - Palpação

         - Palpação Superficial

         - Palpação Profunda

      Técnica

      Exame de órgãos

Órgãos examinados por meio da palpação profunda e deslizante. Na região média do abdome, de cima para baixo, é possível palpar-se o estômago, usualmente descrito como um degrau, e o colo transverso, que se apresenta como um tubo cilíndrico, de consistência e diâmetro variáveis.
Na região inguinal direita, a palpação pode detectar uma ou duas formações cilíndricas; uma delas pode corresponder ao ceco; a outra, ao colo transverso. Na região inguinal esquerda, o sigmóide é palpável, de calibre variável – às vezes, fino como um lápis – e de consistência também variável.

Vídeo 5. Palpação profunda e deslizante da região inguinal direita

Ao nível dos flancos, palpam-se o colo ascendente e o descendente. Para a palpação, é preciso criar um plano firme, resistente; isto é feito com uma das mãos, que comprime e anterioriza a massa muscular lombar. Desta maneira, agora, a palpação propriamente dita é feita com apenas uma das mãos. Usualmente, coloca-se a mão esquerda sob a parede posterior do abdome, quando se palpa o colo ascendente – a palpação é feita com a mão direita; para a palpação do colo descendente, comprime-se a massa lombar com a mão direita e palpa-se a víscera com a mão esquerda. A mão que palpa é colocada sobre a parede abdominal, com os dedos em garra; a seguir, o examinador procura aprofundar os dedos, em busca dos planos profundos da cavidade; então, desloca a mão de dentro para fora, no sentido perpendicular ao eixo longitudinal do órgão. O colo é, também, percebido como um tubo cilíndrico.
A palpação profunda e deslizante é dificultada ou impossibilitada nas situações em que há ascite ou dores abdominais intensas e em pessoas com obesidade.

      Massas palpáveis

   - Percussão
 

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